Não deixa de ser estranha esta sensação. À vista desarmada teria sido um dia como tantos outros: véspera de avaliação e consequente necessidade de estudar desenfreadamente, o clássico frenesim de final de ano lectivo e a perspectiva de um pouco do merecido descanso. Mas desta vez o sabor é diferente: é o último, de sempre! O fim das intermináveis noites de estudo, o fim das inúmeras pausas na praça a beber finos que invariavelmente acabava por fazer, o fim da procrastinação como forma de vida e do cumprimento quase exclusivo dos serviços mínimos.
Acima de tudo representa o fim um ciclo, de mais uma etapa. O fim dos mais caóticos, destrutivos e simultaneamente 5 melhores anos da minha vida. Das constantes bebedeiras no Moelas e Bigorna, dos fins de noite intermináveis no NL, dos alguidares de minis no Couraça nos dias mais soft ou das desconcertantes manhãs de ressaca após as noites mais agressivas, sempre na companhia dos amigos, não só os de sempre como também aqueles que a ocasião proporcionava. Não deixa de ser peculiar, com o passar dos dias nada parecia realmente mudar, mas na realidade ao olhar para trás poucas foram as coisas que se mantiveram iguais por mais depressa que o tempo avançasse. Diz quem sabe que são os melhores da vida de uma pessoa e devo confessar que as minhas expectativas iniciais cedo foram ultrapassadas e efectivamente apenas quem cá chega e incorpora o espírito da academia conimbricense na sua plenitude consegue realmente compreender o porquê.
Diz quem sabe igualmente que os amigos da faculdade são para a vida. Neste aspecto e por experiência própria o digo: efectivamente são-no. Na maioria das vezes representam a única constante no meio do caos. Partilham connosco desde as noites de farra até ao desespero das épocas dos exames. Dizem-nos a verdade, nua e crua, como muitas vezes precisamos de a ouvir mas invariavelmente ficam do nosso lado quando não lhes damos ouvidos. Principalmente quando não lhes damos ouvidos. Dada a familiaridade criada por muitas vezes, e confesso já ter perdido conta do quantas, esquece-mo-nos da disparidade das nossas origens e que, no final do ano, cada um volta para sua casa para junto da sua real família. O pensamento final é sempre o velho clássico "para o ano há mais".
Não deixa de ser estranha a sensação, a de que nalguns dos casos para o ano já não há mais. De que os fedelhos acabaram por crescer e de que a vida boémia invariavelmente chegará ao seu termo. Se estudasse mais se calhar podia agora estar a concluir mais esta etapa junto da maioria daqueles que se tornaram membros da minha família conimbricense, mas o meu amor etanol mais vezes do que menos costuma levar a melhor sobre as responsabilidades.
Agora, na despedida, certamente não fui o primeiro e com igual certeza não serei o último a dizê-lo, mas mesmo eu, que sempre mantive uma enorme aversão ao crescimento com o absurdo receio que a previsibilidade me levasse a melhor admito o enorme prazer que foi ter crescido convosco. Sem vocês não teria sido a mesma coisa. E, não querendo ser injusto para os que cá ficam (com que no final de contas para o ano há mais), mesmo ainda me faltando mais um ano neste já longo percurso, não deixa de ser um pouco assustador sentir que efectivamente atingi a meta, porque não deixa de me perseguir a sensação de que sem vocês também não será a mesma coisa.
Letra Preto e Fundo Branco
Maneira simples e prática de expor os meus pontos de vista controversos. Ao entrares aqui, podes contar sempre com a minha máxima sinceridade, mas aviso-te. Estás por tua conta e risco.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Change
Os seres humanos são seres, no mínimo, bizarros e em constante mudança. Não o ser individual em si que muda, o seu papel dentro de um determinado contexto muda. Na maioria das vezes, mas nem sempre, não é necessariamente melhor ou pior que o anterior (fora as subjectividades associadas), simplesmente diferente. Há várias coisas estranhas associadas a isto, mas avaliando friamente a mudança é sempre constante e não há, pelo menos assim à vista desarmada, grande forma de o contornar. Vários grandes pensadores têm-se debruçado sobre a mudança e, não querendo ser presunçoso ou convencido, vou dar os meus quinhentos sobre este assunto.
Quando se fala em mudança, o mais fácil e talvez melhor exemplo está associado a contexto. E para isso, a mudança em si não interessa nem é particularmente relevante. Isto porquê ? Porque as pessoas em si não mudaram (pode acontecer, mas é muito raro), o que efectivamente muda até pode nem ser a opinião, o contexto muda. E, o contexto obriga a adaptabilidade, mudar padrões, alterar abordagens, uma série de complexos fenómenos com a finalidade de continuar na zona de conforto que cada indivíduo intrinsecamente tem. Aliás, se formos a ver bem , nós humanos somos os primeiros a mostrar resistência a mudar a não ser que não haja outra saída. E por mudança, entenda-se, significa encontrar o seu espaço no novo contexto, e que faz disso o mais complicado na busca do mesmo. É verdade que ninguém disse que era fácil, mas obriga a uma ginástica algo complicada, silêncios tenebrosos, mas o contexto a isso obriga. Contudo, não é pelo simples facto de se estar andar que se esteja a andar em frente, ou seja, não é por se mudar o que está mal as coisas vão tornar-se certas e vice-versa.
Há formas de o contornar? obviamente que sim, mas para isso precisa-se de força de vontade de todos os intervenientes: seja em sociedade, seja em círculos mais fechados. Até pode não resultar no imediato mas com boa-vontade consegue-se chegar a bom porto. Porque uma coisa é certa: um homem só, por mais vontade que tenha, não é capaz de lutar contra essa inevitabilidade sozinho e até pode tentar lutar contra isso que os outros intervenientes, se não tiverem essa vontade, encarregar-se-ão de garantir que isso pare sob pena de causar danos irreparáveis. Pode não ser justo ou democrático, mas é assim que as coisas funcionam: a mudança é inevitável, a adaptação é que pode não ser tão rápida quanto se espera ou pensa e pode gerar algum natural constrangimento. Novamente, não quer dizer que as pessoas tenham mudado ou que a opinião que tinham tenha mudado. Simplesmente o novo contexto obriga a formas diferentes de abordagem e essas só surgem com vontade e com tempo.
No entanto, no meio de tantas mudanças de contextos, abordagens, ou mesmo opiniões para aqui e para ali, não deixa de ser curioso que, apesar de na maioria dos casos as pessoas tratarem-se de forma diferente o que menos muda são precisamente as pessoas. I guess I just don't get it.
Bertolt Brecht
domingo, 11 de setembro de 2011
Be Stupid !
Medo. Sentimento que recorrentemente nos persegue e atormenta quando nos deparamos com algo que possua uma hipótese, por mais diminuta que seja, de nos magoar. Este temor pode ser interpretado como um temor racional ou absolutamente aleatório, cada um com as suas próprias especificidades. O primeiro destes pode surgir a qualquer altura com qualquer pessoa quando o nosso bem-estar físico ou emocional está em jogo. É o medo de morrer quando somos perseguidos ou quando nos apontam uma arma, é o mesmo medo de deitar tudo a perder se pensamos querer dar um passo em frente e não soubermos se esse passo for maior que a perna. O segundo tipo não é mais que um pavor absolutamente irracional de algo: insectos, palhaços, alturas. Poucas são as pessoas que não padecem de ambas as fobias, mas, uns melhor que outros, conseguem ultrapassar as primeiras sem dificuldade aparente.
Eu vou ser sincero, não passo de um cobarde no que encarar medos diz respeito, cometo erros de palmatória em larga escala e sou incapaz de ver algo que muito provavelmente até está escancarado à minha frente, e talvez daí venha um bocado esta preferência pela escrita, mas é em dias como este após uma tarde inteira a ver documentários sobre um dia que mudou a humanidade como este que uma pessoa, mesmo segura de ter sido fiel a si própria se pergunta se realmente está a mesmo a levar a sua água ao moínho.
Medos racionais afectam todas as pessoas no mundo, mas como disse, uns fazem-no melhor que outros. Não deixa, no entanto de ser curioso que os que mais se deixam afectar são, regra geral, as pessoas ditas inteligentes , que calculam todo e qualquer risco antes de fazer a sua jogada e que se estes medos são assim superados, os medos aleatórios são independentes de tudo, e de muito mais difícil resolução.
Uma campanha de roupa tem o apelativo slogan: Smart listens to the head, stupid listens to the heart! se esse for o caso (e não estou a assumir que seja smart) , sinto inveja daqueles que não são tão meticulosos como eu, que a cada dia que passa vejo que nos momentos em que sou parvo, sou-o quase sempre pelas razões erradas. Simplesmente não me ponham é num lugar alto sem qualquer protecção, que aí o pânico é tanto que juro que preferia mil vezes ter uma arma apontada à minha cabeça.
Eu vou ser sincero, não passo de um cobarde no que encarar medos diz respeito, cometo erros de palmatória em larga escala e sou incapaz de ver algo que muito provavelmente até está escancarado à minha frente, e talvez daí venha um bocado esta preferência pela escrita, mas é em dias como este após uma tarde inteira a ver documentários sobre um dia que mudou a humanidade como este que uma pessoa, mesmo segura de ter sido fiel a si própria se pergunta se realmente está a mesmo a levar a sua água ao moínho.
Medos racionais afectam todas as pessoas no mundo, mas como disse, uns fazem-no melhor que outros. Não deixa, no entanto de ser curioso que os que mais se deixam afectar são, regra geral, as pessoas ditas inteligentes , que calculam todo e qualquer risco antes de fazer a sua jogada e que se estes medos são assim superados, os medos aleatórios são independentes de tudo, e de muito mais difícil resolução.
Uma campanha de roupa tem o apelativo slogan: Smart listens to the head, stupid listens to the heart! se esse for o caso (e não estou a assumir que seja smart) , sinto inveja daqueles que não são tão meticulosos como eu, que a cada dia que passa vejo que nos momentos em que sou parvo, sou-o quase sempre pelas razões erradas. Simplesmente não me ponham é num lugar alto sem qualquer protecção, que aí o pânico é tanto que juro que preferia mil vezes ter uma arma apontada à minha cabeça.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
.
Ora, não há muito a dizer, não tenho propriamente nada estruturado ou pensado, estou simplesmente naqueles dias em que de tão agastado, sinto-me apoderado por uma simples, mas enormemente genuína vontade de pegar numa simples caneta e prosseguir. Não sei se por este tempo, imenso diga-se, no qual tal desejo ou sequer necessidade me apoderou, ou pelas saudades de novamente contar com aquela que, em tempos, foi a minha melhor confidente.
No fundo, percorri um longo caminho desde a última vez que tive o prazer de verbalizar e anotar qualquer esboço de pensamento, ideia, sentimento, ou qualquer outra palavra que no fundo simbolize aquilo que escrevo. Não tem sido um caminho fácil, principalmente devido à minha aparente inaptidão para conseguir convencer seja quem a juntar-se a esta demanda sem destino, uma simples caminhada sem luz ao fundo do túnel, sem salvação que apareça, mas que ao mesmo tempo, se trata da única estrada que efectivamente tem um caminho possível de seguir.
Há quem percorra bosques e florestas trepidantes, carregados de vida e cores, símbolos de esperança durante o dia e do medo durante a noite. Há quem veja nos extremos a magia necessária para prosseguir em frente, tomem essa esperança como verdade absoluta e percam noção da realidade. Eu, pessoalmente prefiro a cidade, e o seu constante cinzento das infindáveis sequências de prédios de betão armado, sem diferença à vista, com milhões de outras pessoas que, como eu caminham sem rumo e destino, perdidos nas preocupações neles embutidos, sem saída aparente e absolutamente indiferentes ao que se passa em seu redor. Pode ser não ser a melhor solução do mundo, nem aquela na qual mais acredite, mas é a estrada que percorro e de certa forma, habituei-me à falta de cor e esperança, a fase do ódio passou, veio a indiferença. E, pelo menos para mim, ainda bem, pois olhando para trás vejo que finalmente não tenho que me agarrar a esse ódio para sentir Algo e que, com sorte, ainda tenho salvação. E, no fundo, mesmo no cinzento da cidade, isso é o que me faz ter esperança.
sábado, 23 de abril de 2011
cansaço !
Cansaço. É o que sinto a cada momento que passa, é energia perdida a cada movimento que faça, é o sentimento de quem procura e não encontra. É o primeiro sintoma de perda, ressaca expurgatória de vontades e sentimentos embriagados pelos mundanos prazeres humanos, é sensação de impotência física e psíquica, vontade genuína de desistir, é o capital pecado para quem o famigerado passo em frente almeja dar, é o fracasso anunciado de quem algum dia pensou em parar.
Cansaço é também o torpor resultante de uma felicidade efémera e insubstanciada, é sofrimento travestido de sorrisos e palavras amigáveis, é o conformismo perante a hipocrisia latente. Cansaço é um mundo paralelo que se reflecte em todos nós que nele somos imbuídos, prisão efémera para quem cai e rapidamente retoma o seu rumo, eterna para aqueles cuja audácia nunca se sobrepôs à vontade de seguir a corrente. Depois no meio estão indivíduos como eu. Agarrados a este mundo de mentira há tanto tempo que na verdade se tornam demasiado genuínos naquilo que dizem ou pensam. Não sendo hipócritas, também não são agradáveis e demonstram as mais espontâneas formas de protesto e de abnegação a valores impostos por aquilo com que não concorda.
No entanto, quer saír e encontrar algo que lhe devolva a felicidade e a energia outrora perdida, mas está cansado de procurar, falta sempre algo. . . Muitas vezes, falta inteligência, aparência ou compatibilidade. No entanto, nos raros casos em que tudo se sobrepõe falta o mais importante de tudo: Paixão.
Tentei ser mais lírico do que o normal :)
Cansaço é também o torpor resultante de uma felicidade efémera e insubstanciada, é sofrimento travestido de sorrisos e palavras amigáveis, é o conformismo perante a hipocrisia latente. Cansaço é um mundo paralelo que se reflecte em todos nós que nele somos imbuídos, prisão efémera para quem cai e rapidamente retoma o seu rumo, eterna para aqueles cuja audácia nunca se sobrepôs à vontade de seguir a corrente. Depois no meio estão indivíduos como eu. Agarrados a este mundo de mentira há tanto tempo que na verdade se tornam demasiado genuínos naquilo que dizem ou pensam. Não sendo hipócritas, também não são agradáveis e demonstram as mais espontâneas formas de protesto e de abnegação a valores impostos por aquilo com que não concorda.
No entanto, quer saír e encontrar algo que lhe devolva a felicidade e a energia outrora perdida, mas está cansado de procurar, falta sempre algo. . . Muitas vezes, falta inteligência, aparência ou compatibilidade. No entanto, nos raros casos em que tudo se sobrepõe falta o mais importante de tudo: Paixão.
Tentei ser mais lírico do que o normal :)
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Orgulhosamente Sós
Aproveito este título que estava nos meus rascunhos já desde Agosto, baseado numa conhecida música de Moonspell (não sendo essa a origem da expressão, penso que é mais fácil associá-la à Alma Mater que propriamente ao seu autor original) para voltar a escrever neste espaço. Coincidência ou não incide precisamente sobre o dia de S. Valentim, novamente...
Este será, talvez, o dia mais hipócrita da história do mundo, de tal forma em que supostamente hoje temos que espalhar sentimentos fraternos por todas as pessoas e mais algumas só porque um miguito qualquer se lembrou de o fazer há uns séculos atrás. Não que eu tenha alguma coisa contra o romantismo, bem pelo contrário, no entanto não consigo deixar de olhar para este dia como uma enorme mentira. Não ao conceito do dia em si, mas mais naquilo que a nossa sociedade o tornou.
Para facilitar a explicação, e mesmo sabendo que estou a ser redutor, vamos dividir a sociedade em 2 grupos: comprometidos e encalhados. Não serão necessárias introduções a estes dois conceitos pois são demais evidentes. Vamos então analisar objectivamente o comportamento destes 2 grupos:
- Os comprometidos, como apanágio, costumam aproveitar o dia para ir jantar a um qualquer sítio mais chique seguido, geralmente, de um qualquer filme no cinema.
- Já os encalhados dividem-se em duas sub-categorias: os que ficam em casa e vivem o dia como se fosse absolutamente normal, ou os que sentem o toque do dia em questão, juntam-se em matilhas e vão caçar alguma fêmea que se sinta fragilizada por estar sozinha neste dia.
Existem obviamente variantes, mas, como disse, o objectivo é manter o mais simples possível. À partida nada está errado em nenhum dos cenários. É legítimo, senão mesmo cortês, que se realizem estas actividades, afinal hoje é um dia especial pensarão muitos. E, de facto, é mesmo, é um dia especial tal como todos os outros 364 dias do ano. No entanto, poucas são as pessoas que mostram esse afecto durante todo esse tempo e dão real valor ao que têm. Mas este não é um problema individual, é mesmo social (como disse parágrafos antes, bom conceito mas execução que deixa a desejar). Não há no mundo inteiro alguém que não pense em não jantar com a cara metade. Até podem ter passado o último mês e meio a discutir dia sim, dia sim e continuar a fazê-lo nos meses seguintes, mas naquele dia em particular todos os problemas se esquecem e estão novamente imensamente apaixonados outra vez. Podem perguntar-se se é legítimo? E responder-vos-ei que sim. Podem também perguntar se é errado? E a minha resposta será que não, não é errado. No entanto, é previsível, rotineiro, logo e por definição chato... o que, pelo menos para mim é muito pior.
Novamente, o espaçamento entre posts é enorme e não se coaduna de forma alguma com algo que se quereria sério e com postagens regulares. Como tal, e não prometendo, vou tentar pelo menos postar uma vez de duas em duas semanas, também porque o bichinho da escrita tem-me atacado ultimamente.
See Ya ;)
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Saudades do tempo
Tenho saudades do tempo em que tinha alguém em quem confiar. Saudades do tempo em que tinha alguém para amar. Mais saudades ainda do tempo em que era amado. Poucas, mas reais também as saudades das horas pela qual ficava sempre desconfiado. Com o passar do tempo no entanto tudo isto perdeu significado. Custa ver que tudo morreu com vento. Ainda dói, mas tenho saudades desse tempo.
Tenho saudades do tempo em que vivia feliz. Saudades do tempo em que tu me fazias feliz. Saudades do tempo em que me pedias para ficar. Mais saudades ainda de quando não me querias abandonar. Saudades do tempo em que só a tua presença me fazia feliz. Saudades do tempo em que um simples beijo me fazia sentir seguro. Saudades do tempo em que dizias que eu era a tua vida. Saudades do tempo em que tu eras a minha vida.
Tenho saudades dos teus gestos, do teu sorriso, da maneira de admiração como olhavas para mim, da maneira apaixonada como falávamos, do facto de seres a tal. No fundo, e apesar de não o querer admitir, é de ti que tenho mais saudades.
Ps: Meti-me num projecto para um outro blog com 3 amigos meus, se puderem visitem e deixem feedback obviamente: http://lindosbonitos.blogspot.com/ aqui teem o link ;D
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